Escrita sobre tecnologia, design, VR, IA — e o que custa entregá-los. Maioritariamente longa, às vezes curta, ocasionalmente errada.
O que partiu, o que poupámos, o que faríamos outra vez. Três walkthroughs honestos de migração com horas e faturas anexas.
Self-hosted, open-source, headless. As coisas que nos morderam em produção e os padrões que valem o peso.
Facturação à hora premeia quem é lento. Por projecto premeia quem promete demais. Sprints de duas semanas premeiam a única coisa que importa: entregar algo.
Uma app de VR para uma clínica não se desenha para o engenheiro que a construiu. Desenha-se para o paciente de 84 anos que nunca pegou num comando. Eis o que muda.
Sem GA. Sem Plausible. Sem fingerprinting. O site que estás a ler manda um beacon anónimo por sessão — e ainda assim sabemos tudo o que realmente precisamos.
A maioria das equipas de VR sai quando acha que o produto está bom. Um dispositivo médico de Classe I sai quando um regulador o diz. Eis o gap, e o que nos custou fechá-lo.
A fotogrametria ficou mais barata. Os gaussian splats ficaram em todo o lado. Continuámos a chegar à mesma Pro2 que usamos desde 2019 — eis a razão pouco romântica.
A cor da marca lê-se igual num telemóvel em São Paulo e num press kit em Estugarda só se construires uma pipeline de cor que sobreviva ao pôr-do-sol do Algarve, à manhã nublada de Lisboa e ao flash de estúdio. Eis a que usamos.